A Crise em Honduras continua, mesmo depois das partes, Roberto Micheletti e Manuel Zelaya, terem anunciado, no final de outubro, um acordo. Os dois lideres Hondurenhos tinham concordado em formar um governo de transição até que o Congresso daquele pais decidisse se reconduzia Zelaya ao poder ou não.
O fim do acordo adveio porque Micheletti e Zelaya se desentenderam quanto à composição do governo de transição que formariam. A única questão concreta que resta até o momento, é a denúncia formulada pelo Governo de Micheletti contra o Brasil em Haya, por ter o Brasil permitido a utilização da embaixada como escritório político de Zelaya, ou seja, por interferir em assuntos internos de Honduras.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
ALEMANHA COMEMORA VINTE ANOS DA QUEDA DO MURO DE BERLIM
(Construção do Muro de Berlim, 13 de agosto de 1961) 
(queda do muro de Berlim, 1989)
A Alemanha e representantes de vários governos europeus, representantes da Rússia e dos EUA, comemoraram em Berlim neste ultimo dia 9 de novembro de 2009, vinte anos da queda do muro de Berlim. Este muro que começou a ser erguido em 13 de agosto de 1961, marcou a Guerra Fria, existente entre EUA e Rússia de 1945 à 1989, guerra esta que consistia na disputa política entre capitalismo e comunismo, para aumentar suas áreas de influencia, nos paises europeus e no restante do mundo.
Com a derrota do Nazismo os vencedores Aliados e URSS (União das Republicas Socialistas Soviéticas) ocuparam a Alemanha e acabaram por dividi-la em Republica Federal Alemã (de orientação capitalista) e a Republica Democrática Alemã (de orientação socialista). Outras linhas de divisão passaram a existir e existem até hoje, a exemplo da linha de divisão entre Coréia do Norte e Coréia do Sul, no paralelo 38, o muro recentemente construído por Israel em sua fronteira com cidades palestinas e o muro entre México e EUA, para evitar a emigração, mas simbolicamente o Muro de Berlim representava a divisão ideológica existente no mundo inteiro, entre capitalismo e socialismo, entre a liberdade no ocidente e a opressão promovida nos paises de linha Soviética.
Em 9 de novembro de 1989, as fronteiras da Republica Democrática Alemã, foram abertas, depois que EUA e URSS, assinaram vários acordos pondo fim a parte de seus arsenais atômicos e com o advento da abertura política e econômica promovida pelo presidente russo Mikhail Gorbaciov, na União Soviética, que levou o capitalismo para a Rússia e as catorze republicas que formavam a URSS.

(queda do muro de Berlim, 1989)A Alemanha e representantes de vários governos europeus, representantes da Rússia e dos EUA, comemoraram em Berlim neste ultimo dia 9 de novembro de 2009, vinte anos da queda do muro de Berlim. Este muro que começou a ser erguido em 13 de agosto de 1961, marcou a Guerra Fria, existente entre EUA e Rússia de 1945 à 1989, guerra esta que consistia na disputa política entre capitalismo e comunismo, para aumentar suas áreas de influencia, nos paises europeus e no restante do mundo.
Com a derrota do Nazismo os vencedores Aliados e URSS (União das Republicas Socialistas Soviéticas) ocuparam a Alemanha e acabaram por dividi-la em Republica Federal Alemã (de orientação capitalista) e a Republica Democrática Alemã (de orientação socialista). Outras linhas de divisão passaram a existir e existem até hoje, a exemplo da linha de divisão entre Coréia do Norte e Coréia do Sul, no paralelo 38, o muro recentemente construído por Israel em sua fronteira com cidades palestinas e o muro entre México e EUA, para evitar a emigração, mas simbolicamente o Muro de Berlim representava a divisão ideológica existente no mundo inteiro, entre capitalismo e socialismo, entre a liberdade no ocidente e a opressão promovida nos paises de linha Soviética.
Em 9 de novembro de 1989, as fronteiras da Republica Democrática Alemã, foram abertas, depois que EUA e URSS, assinaram vários acordos pondo fim a parte de seus arsenais atômicos e com o advento da abertura política e econômica promovida pelo presidente russo Mikhail Gorbaciov, na União Soviética, que levou o capitalismo para a Rússia e as catorze republicas que formavam a URSS.
domingo, 1 de novembro de 2009
EUA CONSEGUEM ACORDO EM HONDURAS
O presidente interino de Honduras Roberto Micheletti e o Presidente deposto Manuel Zelaia, compuseram nesta ultima quinta feira um acordo para por fim ao conflito que desde 28 de junho deixava o país em impasse.
Pelo acordo está previsto que a decisão do retorno de Zelaia ao poder caberá ao Congresso Nacional com uma consulta previa ao Supremo Tribunal de Justiça daquele país e que Zelaya não poderá pedir um plebiscito para obter reeleição. O acordo foi obtido com a intervenção da mediação Norte-americana e devido as consultas a serem realizadas, não há um prazo determinado para a volta de Zelaya ao poder, se assim o decidir o Congresso.
Analisado rapidamente a questão, vemos que os EUA, acabaram por mediarem e resolverem a questão, e com isto deixaram o Brasil de lado, já que o governo brasileiro, sonhava, ele, realizar esta mediação.
Outro ponto também é a incerteza dos atos de Zelaya após sua posse, se assim for decidido, pois, poderá ele, com apoio popular forçar a situação e realizar o plebiscito, mesmo tendo assinado que não o faria. Em política todas as tentativas são possíveis, jogando o político, um pouco, com a fortuna, como nos ensina Maquiavel.
Pelo acordo está previsto que a decisão do retorno de Zelaia ao poder caberá ao Congresso Nacional com uma consulta previa ao Supremo Tribunal de Justiça daquele país e que Zelaya não poderá pedir um plebiscito para obter reeleição. O acordo foi obtido com a intervenção da mediação Norte-americana e devido as consultas a serem realizadas, não há um prazo determinado para a volta de Zelaya ao poder, se assim o decidir o Congresso.
Analisado rapidamente a questão, vemos que os EUA, acabaram por mediarem e resolverem a questão, e com isto deixaram o Brasil de lado, já que o governo brasileiro, sonhava, ele, realizar esta mediação.
Outro ponto também é a incerteza dos atos de Zelaya após sua posse, se assim for decidido, pois, poderá ele, com apoio popular forçar a situação e realizar o plebiscito, mesmo tendo assinado que não o faria. Em política todas as tentativas são possíveis, jogando o político, um pouco, com a fortuna, como nos ensina Maquiavel.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
DELEGAÇÃO AMERICANA EM HONDURAS
Uma delegação americana, chefiada por Thomas Shannon (subsecretario dos EUA para o Hemisfério Ocidental) chegou em Honduras neste dia 28 de outubro, com a missão de resolver o impasse que põe em risco a credibilidade das eleições próximas.
Também neste dia 28, o governo Hondurenho, denunciou o Brasil na Corte Internacional de Justiça de Haia , argumentando que o país esta descumprindo o principio de não intervenção em assuntos de outros paises.
Esta denúncia, da qual o Itamaraty até ontem não tinha sido comunicado, é um sinal de que nossa política externa como dissemos no texto anterior perdeu a capacidade de mediar um conflito como este.
Também neste dia 28, o governo Hondurenho, denunciou o Brasil na Corte Internacional de Justiça de Haia , argumentando que o país esta descumprindo o principio de não intervenção em assuntos de outros paises.
Esta denúncia, da qual o Itamaraty até ontem não tinha sido comunicado, é um sinal de que nossa política externa como dissemos no texto anterior perdeu a capacidade de mediar um conflito como este.
domingo, 25 de outubro de 2009
O IMPASSE PRESIDENCIAL EM HONDURAS
(SOLDADO DURANTE MANIFESTAÇÃO EM HONDURAS)As eleições para presidente em Honduras estão marcadas para o próximo dia 29 de novembro de 2009, e deverão ocorrer com ou sem acordo entre o presidente deposto Manuel Zelaya e o presidente interino Michelette. Michelette assumiu o poder no ultimo dia 28 de junho de 2009, quando Zelaya foi deposto por tentar alterar a Constituição daquele pais para introduzir o terceiro mandato presidencial.
O pais esta em impasse com a questão desde que Zelaya, voltou ao pais, e refugiou-se na Embaixada brasileira. O Brasil neste episodio demonstrou que perdeu a capacidade de mediar uma questão como esta.
De fato, o Brasil poderia, após receber o Senhor Zelaya na embaixada, até dar-lhe status de refugiado e envia-lo ao Brasil, mas jamais deveria ter permitido que um Presidente deposto transformasse a embaixada brasileira em escritório político.
O principio da inviolabilidade da embaixada este instituto jurídico não pode ser usado para apoiar presidentes que querem dar um contra-golpe em seu pais.
O Brasil não tem razão em dizer que esta defendendo um democrata, o Zelaya não passa de um caudilho, que não quer deixar seus privilégios. Se o Presidente do Brasil tinha a pretensão de, ajudando Zelaya, aparecer como grande líder, não poderia ter usado a embaixada para isto, o que no mínimo seria um abuso de direito cometido pelo Presidente brasileiro
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