sábado, 1 de setembro de 2012

Sobre o Julgamento do Mensalão

 (O Ministro do Supremo Tribunal Federal Jaquim Barbosa, durante o Julgamento do Mensalão)

Agora todas as atenções estão voltadas para STF, espera-se a redenção dos erros cometidos, espera-se que o Ministro Joaquim Barbosa sozinho acabe com o crime do colarinho branco.


Mas e o eleitor? E a população? Será que sempre se estará à espera de um salvador da pátria? Um Getulio, um Janio, ou sabe-se lá quem? O brasileiro há muito tempo se acostumou a esperar um grande pai, um grande líder, que assuma o governo e reconstrua o que esta errado.

Getulio Vargas com seu governo, não que tenha criado este tipo de mentalidade, mas realçou este costume para com ele se colocar como um líder que governou o pais em dois períodos de 1930 a 1945 e de 1950 a 1954.

O primeiro passo para se acabar com a corrupção é criar no Brasil uma nova mentalidade. Criar um comportamento onde a população não fique esperando do governo o milagre, a cesta básica o favor o emprego e etc.

Criar uma mentalidade onde o erro não seja enaltecido e chamado de esperteza, onde o corrupto seja chamado de criminoso.

Temos que para de pensar que tirar vantagem em tudo é sinônimo de pessoa empreendedora. Somente com uma nova mentalidade poderemos ter outros Joaquins Barbosas outros Monteiros Lobatos, ou seja, um pais que enalteça o trabalho e não o erro.

Muitas vezes quando uma pessoa tem a vontade de criar um empreendimento no pais, a primeira coisa que se faz é dificultar ao Maximo o empreendimento, até que ele desista ou vá à falência.

Num pais mais empreendedor e enaltecedor do trabalho, continuará ocorrendo erros, mas não na proporção que vemos hoje no pais.

Lula e seu discurso

Caros leitores, o Ex-Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, voltou neste final de Semana a atuar diretamente no processo político, desta vez foi em Belo Horizonte, onde fazendo campanha para Patrus Ananias.


É lamentável ver mais uma vez, campanhas de pessoas que pleiteiam um cargo na administração, irem contra a legislação eleitoral. Pela lei eleitoral vigente estão proibidas as propagandas negativas.

Ao vermos os ataques a Aécio Neves feito por Lula, ainda que indiretos percebemos uma afronta a lei.

Por mais que Luis Inácio Lula da Silva queira ser o político coerente é fácil perceber que isto não passa de discurso. Lula fala contra o PSDB, como fez em Belo Horizonte, mas seu partido, para as Eleições Municipais de 2012, se coligou com o PSDB em 44 cidades das 113 cidades do pais, com candidatos únicos no Brasil, em Minas Gerais, 10 cidades tem a coligação PT/PSDB.

Seria interessante que ele Lula explicasse como não sabia de nada em relação ao escândalo do mensalão em seu governo

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Os Exemplos



No filme “Ladrões de Bicicleta” de Vitório de Sica, Itália 1948, a cena final mostra bem o que nossa sociedade faz com as crianças, ainda hoje.
Na cena final, depois de ter roubada sua bicicleta e perceber que o roubo ficaria impune, o personagem principal, por precisar de uma bicicleta, em frente a um estádio furta ele também uma bicicleta.
A cena é muito sugestiva, antes do furto o filho do personagem principal quase é atropelado por seguir o pai e, o pai, depois de ver a impunidade do furto que sofrera, próximo a uma multidão, (o estádio), rouba a bicicleta e acaba sendo pego.
O filho que neste momento percebe a gravidade da cena e o pai sendo preso, corre e em lagrimas grita papai papai. Diante disto desistem de prender o pai do menino.
Ele também agora sai impune, mas a criança o acompanha e chora com um rosto que expressa desilusão.
Caros ouvintes, de fato nossa sociedade a cada passo cria cenas que põe em cheque a formação das crianças, muitos pais, diante de uma sociedade permissiva e de impunidade como a nossa agem, sabendo que nadas lhes acontecerá, mas não percebem o estrago que fazem.
Aos filhos a quem os pais são exemplo, acabam se desiludindo com a atitude dos adultos, com o mau exemplo deles pais. Sem referencia estas crianças acreditarão em quem?
No filme os dois pai e filho, entram numa multidão e desaparecem, sem nome sem rosto. Hoje também, depois de serem maus exemplos para as crianças, adultos e crianças, acabam sem rosto, sem nome.
Crianças que diante de um mau exemplo paterno acabam, em meio a uma sociedade como apenas mais um individuo, sem nome, sem referencias, sem um objetivo certo, sem vislumbrar um futuro.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

SOBRE A GUERRA NA LIBIA



                                                                      locução: Mentore Conti

                                                                 edição: Mateus Alexandre Ferreira

A AÇÃO SOCIAL



                                                           locução: Mentore Conti

                                                    edição: Mateus Alexandre Ferreira