quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

O Encouraçado Potemkin


O Encouraçado Potemkin é a realização mais importante e conhecida do russo Serguei Eisenstein. O filme é considerado um marco na montagem cinematográfica. Filmado em 1925, o filme parte de um fato histórico de 1905 - rebelião de marinheiros de navio de guerra - para criar uma obra universal que fala contra a injustiça e sobre o poder coletivo que há nas revoluções populares.
O filme é dividido em cinco partes que se ocupam em provocar uma situação tal de espaço-tempo onde todos os pormenores apresentam um significado a ser apreendido pelo espectador. De forma a transcrever ideias complexas e ideologias profundas, Eisenstein chegou ao uso de técnicas de montagem inspiradas nos ideogramas orientais. Se determinado ideograma significa "telhado" e outro, "esposa", a união dos dois é lida como lar. Desta forma, é o choque entre duas imagens aparentemente díspares que cria o impacto, o sentido a que se quer chegar.
A clássica cena na escadaria de Odessa é a quarta parte do filme. As cenas iniciais banhadas em luz e alegria são substituídas pelas imagens chocantes de repressão violenta pela guarda do Czar. A própria escada já traz, em si, um símbolo da cruel hierárquica social e política, da diferença entre as classes. A cena da mãe assassinada, cujo carrinho de bebê desce degraus abaixo, é sempre citada como uma das mais famosas da história do cinema.
Eisenstein foi precursor no uso de efeitos especiais, usou contrastes e relações de corte e montagem que ainda hoje servem como base para a realização de filmes experimentais.
Originalmente o filme teve uma partitura especialmente concebida pelo compositor alemão Edmund Meisel, que trabalhou em colaboração com Eisenstein. Com o passar dos anos o filme foi recebendo diversos acompanhamentos musicais, consoante as distribuidoras. Uma das versões mais conhecidas apresenta-o ilustrado pela Sinfonia nº 5 de Dmitri Chostakovitch. Em 2005 o filme ganhou uma versão sonorizada pela dupla britânica Pet Shop Boys em colaboração com a Orquestra Sinfônica de Dresden. Essa versão foi apresentada pela primeira vez ao ar livre na Trafalgar Square, de Londres.
Em uma de suas cenas, o filme The Untouchables (br: Os Intocáveis), de Brian de Palma, de 1987, faz referência à cena da escadaria.
Sinopse[editar | editar código-fonte]
Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Baseado em eventos históricos, o filme conta a história de uma rebelião no Navio de Guerra Potemkin. O que começou como um protesto, gerou uma rebelião depois que foram servidas carnes estragadas aos marujos no jantar. Os marujos erguem a bandeira vermelha e tentam levar a revolução no navio até a sua terra natal, a cidade de Odessa.

DADOS DO POTENKIN


dados do navio
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Knyaz Potemkin Tavricheskiy
Couraçado Potemkin (1898 - 1922)
Carreira
Construção Estaleiros de Nikolayev
Lançamento 8 de Outubro de 1898
Patrono 1900 – 1905 Grigori
Alexandrovich Potemkin
1906-1917 São Pantaleão
Período de serviço 1904 - 1920
Estado Desmantelado
Características gerais
Deslocamento 12 500 ton.
Comprimento 115. m
Boca 22.3 m
Calado 8.2 m
Propulsão 22 Caldeiras a carvão
Bellville com dois eixos
Velocidade 16 nós
Tripulação 730 homens

O couraçado Potemkin (em russo: Потëмкин; transl. Patiômkin - nome completo: Князь Потëмкин Таврический; transl. Kniáz' Patiômkin Tavritchéski, literalmente "Príncipe Potemkin de Táurida) foi um navio de guerra da Frota do Mar Negro da Rússia. Foi construído nos estaleiros de Nikolayev em 1898 e entrou ao serviço em 1904. Foi baptizado em homenagem a Grigori Alexandrovich Potemkin, um militar do século XVIII. A construção do navio foi baseada no Couraçado Tri Sviatitelia e numa versão modernizada da classe de Couraçados Peresviet.A couraça foi concebida tendo por base o Couraçado Britânico HMS Majestic. Este navio tornou-se famoso devido à revolta da sua tripulação, que nele ocorreu em Junho de 1905 devido às más condições em que operavam, às implicações da derrota russa na Batalha de Tsushima e em plena Revolução de 1905. Serguei Eisenstein realizaria, em 1925, um filme sobre a revolta, chamado Bronenosets Potyomkin, o qual se tornou num marco da história do cinema. Após a revolta o navio mudou de nome para 'Panteleimon, a partir de São Pantaleão, tendo voltado ao nome original em Fevereiro de 1917. A seguir à Revolução de Outubro, seu nome foi alterado definitivamente para Boretz za Svobodu. Em 1918 foi capturado em Sebastopol pelo Exército alemão, sendo mais tarde recapturado ao Exército branco e entregue em 1919 às forças aliadas, que o fizeram explodir de modo a impedir a sua utilização pelos Bolcheviques. O Couraçado Potemkin seria finalmente desmantelado em 1922.

TRABALHO VOLUNTÁRIO: QUANDO E COMO INCLUIR NO SEU CURRÍCULO









(Elizabeth Garone Da BBC Capital)
 

Uma pesquisa de 2013 da consultoria Deloitte mostrou que quatro em cada cinco diretores de recursos humanos prestam bastante atenção a experiências adquiridas em trabalho voluntário na hora de contratar.
Talvez a pergunta certa não é: devo incluir trabalho voluntário? Mas sim: como devo fazê-lo?
RELEVÂNCIA
Suzanne Lucas, ex-diretora de recursos humanas e hoje blogueira, sugere que todas as atividades do currículo sempre tenham alguma relevância para o cargo disputado.
Se você quer uma vaga de professor e já atuou como escoteiro voluntário, isso interessa.
"Mas se você é um contador pedindo emprego, dar detalhes de sua atuação entre escoteiros vai fazer o recrutador pensar: 'ele vai querer ir embora mais cedo do trabalho para se dedicar a isso'."
A não ser que o contador em questão estivesse se voluntariado para fazer a contabilidade dos escoteiros, a experiência deve ficar de fora do currículo, segundo Lucas.
SEJA ESPECÍFICO
Ninguém quer ver uma lista enorme de organizações onde você trabalhou. Só vendo a lista, não é possível saber se a sua experiência foi relevante ou se você só estava lá colando selos em cartas.
Nicole Williams, especialista em carreiras da LinkedIn, sugere que os candidatos deixem detalhado o que fizeram de relevante em cada instituição que listarem.
Mark Zafra, diretor de uma empresa de serviços financeiros, recomenda que dar destaque para resultados que podem ser medidos em números. Ele recomenda que o candidato seja o mais específico com números possível, com frases como "ajudei a construir duas casas" ou "treinei 24 pessoas".
FAÇA A LIÇÃO DE CASA
Se você sabe o nome de quem vai entrevistá-lo para o emprego, tente aprender o máximo sobre essa pessoa antes da entrevista. Se seu trabalho voluntário tem alguma relação com coisas que interessam essa pessoa, suas chances de causar uma boa impressão são melhores.
Williams conta o caso de uma pessoa que estava escolhendo entre dois candidatos. Ao olhar o perfil no LinkedIn dos dois candidatos, um havia listado seus trabalhos voluntários e o outro não.
A pessoa com trabalho voluntário na Sociedade Americana pela Prevenção da Crueldade contra Animais acabou ganhando o emprego porque o responsável por contratá-lo gostava de animais.
MÍDIAS SOCIAIS
Adam Lloyd, presidente da empresa Webber Kerr Associates, que contrata executivos, disse que cada vez mais os administradores estão olhando para o perfil online de seus candidatos, sobretudo em plataformas de mídia social para aprender mais sobre os indivíduos.
Incluir informações sobre trabalho voluntário nessas plataformas é uma boa ideia. O LinkedIn tem uma área específica para que as pessoas listem apenas experiências com trabalho voluntário.
"Do ponto de vista de quem contrata, o trabalho voluntário está na categoria de atributos 'intangíveis'", diz Lloyd. "Ele dá uma dimensão extra e uma percepção de que o candidato é completo, o que dá um empurrãozinho nas suas chances de contratação."
MELHOR QUE NADA
Se você tem alguma lacuna na sua formação, um trabalho voluntário pode ser a melhor forma de preencher esse vazio, diz Jorg Stegemann da Kennedy Executive Search & Outplacement.
"Depois de seis meses, é sempre bom ter algo novo para botar no currículo. Trabalho voluntário é uma ótima opção."
Quem está desempregado pode fazer trabalhos voluntários em sua área. Diretores financeiros, por exemplo, podem ajudar amigos a tomarem decisões estratégicas para seus negócios.
"Sem uma atividade constante, esse vazio vai ser interpretado como 'estava em casa vendo TV'", diz Stegemann.

A QUESTÃO DA PRESERVAÇÃO DE UM PATRIMÔNIO



A questão da construção de um terminal de ônibus em frente à catedral de Ribeirão preto SP, é mais uma demonstração de como o país retrocede em todos os setores.
A Catedral e a Praça das Bandeiras, (onde o Município de Ribeirão quer Construir o Terminal) esta tombada desde meados de 2014, mas mesmo diante deste fato pensa-se e um projeto assim.
É realmente lamentável que na contramão de cidades históricas, onde se reduz o trânsito de veículos próximos a prédios históricos, uma cidade do porte de Ribeirão Preto, pense em um projeto deste.
Claro que o maior transito de veículos afeta o prédio da catedral, tanto pela trepidação, mas também pela poluição que provoca. Por estes motivos cidades como Milão na Itália, proibiram o transito em determinadas áreas.
Independente do tombamento a catedral de Ribeirão Preto, é um patrimônio construído no período do café, (período que se inicia no sec. XIX) alias como também é deste período o quadrilátero onde de situa o Teatro D Pedro II e o Pinguim naquela cidade.
A Catedral teve início em 1905 e o teatro D Pedro II foi inaugurado em outubro de 1930, portanto, depois marcos na cidade, a Catedral, construída no auge do período cafeeiro e o teatro já no final do período.
Mas como falar em marcos históricos em cidades que convivem com ruas mal pavimentadas, com falta de estrutura em vários setores? Este é um grande desafio.
Uma nação, como eu falo aos meus alunos é antes mentalidade, uma nação é composta de tradições e sãos estes e outros fatores hoje colocados em segundo plano nos pais, que fariam o progresso que tanto precisamos e queremos.
Uma obra que ameace um patrimônio histórico, põe em risco a tradição a formação de um sentimento de amor ao local onde se vive, o que é danoso à cidade.
Quanto ao projeto de um terminal de ônibus em frente à catedral de Ribeirão preto, eu espero que não seja implementado, para que não se perca também este marco histórico da nossa região.