sexta-feira, 28 de junho de 2013

MORTE DE INDIOS NO BRASIL: A VIDA IMITA A ARTE


 ( Grande Otelo no papel de Macunaíma no filme Macunaíma, de 1969, gênero comédia, escrito e dirigido por Joaquim Pedro de Andrade, baseado na obra homônima de Mário de Andrade).


No Brasil em 10 anos 563 índios foram assassinados e 470 índios se suicidaram, segundo o Jornal Diário de Pernambuco. Sem duvidas o resultado de toda uma política equivocada com relação aos índios no pais.

Atualmente sob o nome de uma política de “defesa” dos povos indígenas e suas culturas, tem-se usado os índios no pais como massa de manobra para encobrir interesses industriais da indústria que usa matérias primas de florestas tropicais e equatoriais, como a indústria de cosméticos, ou mesmo a indústria da mineração.

Com a desculpa de que determinada terra é terra indígena, se coloca tribos em terras ricas de minérios ou produtos para indústria de cosméticos. Com isto se impede a exploração das terras por brasileiros, terras estas que ficam a mercê da indústria estrangeira.

A parte que menos interessa nesta questão é o indio, sua segurança, ou seu bem estar. Com a entrega da posse das terras ao índio, o conflito era e é inevitável e com o conflito as mortes citadas na reportagem.

Com o tempo o índio fica abandonado como se viu na reserva indígena Raposa Terra do Sol no Pará e do abandono cai na miséria, restando para ele muitas vezes o suicídio. Um triste fim onde mais uma vez a vida imita a arte, pois na obra Macunaíma de Mario de Andrade ele descrevia a morte do Herói do livro, se que vendo à margem da sociedade, depois de vir para a cidade grande, subiu ao céu numa corda de cipó.

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